>AS PALAVRAS TEM PODER

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As palavras influem na sua realidade muito mais do que você imagina. Veja como trabalhar com elas e aproveitar ao máximo sua força.

Palavras mágicas – quais você deve usar ou evitar. Algumas expressões condicionam especialmente o cérebro e influenciam as ações. Veja quais você deve usar e quais evitar, segundo as especialistas de neurolingüística Deborah Epelman e Maria Olívia de Almeida:

* Ainda – Uma palavra positiva que abre muitas possibilidades. Por exemplo, na frase “não tenho namorado ainda”. Está implícita a idéia que posso não ter alguém neste momento, mas que isso só é questão de tempo. Mas atenção: evite dizer frases como “com tantos assaltos por aí, nunca fui assaltado ainda”.

* Tentar – Verbo de má vontade, este. “Não sei, vou tentar”, então, é ainda pior. É quase uma frase declarada de que é possível tentar, mas é difícil conseguir.

* Experimentar – Ótimo verbo. Experimentar inclui ação, curiosidade. Substitua a frase “vou tentar” por “vou experimentar”. A segunda é muito mais dinâmica.

* É difícil – Expressão bloqueadora, paralizante. Ela retira a energia necessária para a ação. Troque pela expressão “é desafiante” ou “é um desafio”. Essa simples troca pode abrir uma maior possibilidade de sucesso.

* Gostaria, queria – Usar esses verbos no futuro do pretérito distancia ainda o objetivo. Eles devem ser empregados sempre no presente: “Eu quero” ou “eu gosto”.

* Mas – “A gente só conhece o que uma pessoa realmente pensa da outras depois do ‘mas'”, diz um ditado americano. O “mas” suaviza o que foi dito até aquele momento e enfatiza o que vem depois. O ideal é dizer antes o que desaprovamos. Por exemplo: “Ela é superficial, mas é inteligente e capaz”.

* Nunca, jamais, sempre – Expressões que restringem a realidade. Ninguém pode dizer que nunca fará ou será tal coisa – não controlamos a vida a esse ponto.

* Não – O cérebro não registra o não quando acompanhado de uma imagem. Por exemplo, quando se diz “não pense num gatinho”, a primeira coisa que se pensa é justamente num gatinho – o não é simplesmente ignorado. Por exemplo, pessoas que dizem “não quero gritar igual minha mãe” cada vez que dizem isso têm um flash de milésimos de segundo da imagem da mãe gritando. O que está sendo reforçado é essa imagem, e não o contrário.

O “não” só é registrado no cérebro quando é uma negativa simples – o “não quero” ou o “não posso”, por exemplo e quando vem desacompanhado de uma imagem.

Liane Camargo de Almeida Alves

Fonte: http://www.mensagensvirtuais.com.br/secoes.php?filtro=4&category=16

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